O Passageiro Inglês

5 Dezembro, 2017

Todo embelezado, o London City Cruise Port situado em Greenwich tinha como convidado de honra o emblemático navio cruzeiro-bibliotecário “Literacia – Compendiar” também, todo embelezado para a cerimónia de batismo e viagem inaugural.

        Como referência, e para memórias futuras, a maior editora do mundo e com a comparticipação de vários escritores – mandou construir o navio cruzeiro (quebra-gelo/expedição) – bibliotecário “Literacia – Compendiar” em um estaleiro londrino.

         O navio é um luxuoso hotel e tem capacidade para 1600 (incluindo mais de 500 tripulantes) e destina-se em especial aos leitores, aos escritores e compositores de todas as categorias e géneros; especialmente formatado para biblioteca e eventos culturais, tais como, os Prémios Compendiar do Autor – Escritor Manuel António Rocha.

         Oferece muita segurança, espaço e conforto.

         Biblioteca insubmergível com livros físicos, eletrónicos e audiovisuais – livros em todos os idiomas.

         Luxuoso salão nobre de conferências.

         Belas Salas instrumentalizadas destinadas a compositores e ensaístas.

        Quatro Salas e ferramentas destinadas a desenhistas, pintores, escultores e compositores.

         Espetacular Sala da Moda, Designer e Decoração.

         Salões luxuosos destinados a exposições.

         Centro Comercial – lojas de alto requinte.

         Casino Literário e Fotográfico, contextualizado e que oferece um mundo de surpresas.

         Dispõe de amplas suítes com varanda paisagística.

         Espaços amplos abertos, piscina, sauna, bares, restaurantes – algo tão pessoal e maravilhoso como possuir e ler um novo livro – uma nova história.

         Conheça a Sala de Shakespeare.

         Descubra a Sala de Fernão de Magalhães – O homem que uniu o mundo.

         Conheça a Sala de Cristóvão Colombo – Saboreie um apetecível Rum das Américas e descubra as peripécias do navegador no “Novo Mundo”.

         Aqui, está a fonte de inspiração e sensação todos os amantes da Arte Intelectualizada – escritores, fotógrafos, pintores, letristas, argumentistas, compositores, ensaístas, encenadores, desenhadores, protetores da natureza e das artes e em especial para leitores e amantes de todas as artes – lugar único.

         Acorde e venha conhecer a terra do sol da meia-noite.
Um desafio para escritores e leitores.
Um espaço delirante para todas as artes.
Um novo despertar da imaginação.
Venha compendiar!
Faça clique em “ipod” – “biografias”.
Somos uma fábrica destinada à realização de sonhos.

Um facto curioso e que nos desperta a atenção é que, a bordo do “Literacia – Compendiar”, habita um júri permanente eleito ou reeleito anualmente.

Este júri é eleito por um Comité de Leitores.

Seguindo as principais regras, nos deparamos que o Comité de Leitores é constituído por todos os leitores dos livros do escritor Manuel António Rocha; os candidatos são todos os leitores, independentemente do extrato social, cor, género e orientação sexual, religião, filosofia, ideologia ou atividade profissional. São selecionados e contratados pela editora e de acordo a regras predefinidas. Constitui-se assim, o Comité de Leitores.

Competência do Comité de Leitores – É da responsabilidade do Comité de Leitores, eleger um júri, constituído por 12 leitores dos livros do escritor Manuel António Rocha.

Considerando, cada leitor pode candidatar-se ao exercício de jurado.

O júri é constituído por 12 pessoas. Um jurado de cada área profissional. Oito jurados – orientação heterossexual e quatro jurados de qualquer outra orientação sexual.

Resumindo: De um determinado universo número de candidatos, o Comité de Leitores, elege de acordo às diferentes áreas profissionais – um jurado de cada categoria, tais como: amas de casa, médicos, motoristas, arquitetos, pasteleiros, engenheiros, cozinheiros, modelos, escriturários, enfermeiros, contabilistas, pilotos, pedreiros, artesãos, etecetera e etc.

Os Leitores-Participantes se habilitam, a magníficos prémios e surpresas – “Prémio Compendiar Manuel António Rocha”.

Salientemos que os Leitores-Participantes gozam do Estatuto de Leitor-Resumista.

Naquela bendita manhã, do dia 18 de Agosto de 2018 do Calendário Gregoriano e primeiro dia da Lua Crescente – na presença de um mar de gente e das altas personalidades da monarquia, da igreja, do governo e um misto de comunidades, Sua Majestade, a Rainha – Elizabeth, com o seu tradicional e belo semblante termina a cerimónia de batismo e viagem inaugural do navio cruzeiro-bibliotecário “Literacia – Compendiar”.

Requisitado pelo escritor Manuel António Rocha, poderíamos assistir a um insólito batismo – garrafas espirituosas vindas de vários lugares do mundo para um evento tão especial e inigualável.

Horas antes, um jornalista irrompe em direção ao escritor Manuel António Rocha, enquanto era retratado junto a seus fãs e repartia autógrafos, este lhe pergunta:
– Desculpe. Todas aquelas garrafas são para a proa do navio?
Claro! – Contesta o escritor.
É insólito! Primeira vez! Não é muita superstição? – Interroga o jornalista.
O escritor sorri e contesta:
– Não é demais relembrar o refrão italiano “Não é verdade, mas eu acredito.”
Esta oferenda reforça os laços e afetos, a quem homenageamos e assim servirá de talismã para quebrar ou minimizar, supostas maldições. Lembre-se do Titanic!

O coquetel para homenagear os Deuses dos Mares – Aegir, Poseidon e Neptuno, consta de Grog, Gin, Hidromel, Ouzo, Grappa, Champanhe, Vinho e Cerveja.

Cada garrafa com o precioso néctar dos Deuses é colocada num suporte, colocado numa rampa de lançamento, sistema mecanizado a fim de atingir o alvo – proa do navio.

Em abono da verdade, todos testemunharam que todas elas colidiram e se partiram.

Uma coroa de flores brancas é lançada ao mar ao som de uma linda sinfonia.

A festa continuou, até que o «bibliotecário», com lotação esgotada, levantara ferro pelas 17 horas – o despertar de um sonho que se cristaliza e luze para sempre. Lentamente, o “Literacia-Compendiar” se despedia de Londres com música, balões e foguetes.

Com o crepúsculo e após o jantar prolongado, uma voz irrompia nos altifalantes.

        “Senhores passageiros!

Bem-vindos, a bordo do “Literacia – Compendiar”!

Lhes fala o comandante John Williams, almirante da marinha mercantil.

– Meus idolatrados, em meu nome e da nossa tripulação e Companhia “Literacia – Compendiar” – as nossas saudações e desfrutem desta maravilhosa experiência e espero voltar a vê-los de novo.

Me apraz com honra e orgulho, partilhar esta viagem inaugural com gente tão simples de todas as cores e credos, mas dignificantes e que representam o sublime da Arte Intelectualizada.

Como sabeis, esta será uma inesquecível viagem – uma aventura sócio-cultural única, rumamos com destino à América do Norte: Gronelândia, Canadá e desembarcaremos em Nova Iorque – Estados Unidos e que terminaremos esta fantástica aventura, aqui em Londres, no final dos 55 dias programados.

Por favor, os Leitores Participantes dirijam-se ao Salão de Leitura com vossos talentos. Ocupai vossos lugares devidamente assinalados, e dentro de momentos, poderão desfrutar da leitura referente ao Concurso do “Prémio Literário Compendiar Manuel António Rocha”; distribuiremos a todos os Leitores Participantes e demais passageiros, o livro “Glass Alcatraz” e de regresso a Londres, o livro “Delírios” – como sabeis e constância dos regulamentos.

Desde o presente, os Leitores Participantes são denominados por excelência, de “Leitores – Resumistas”.

Ora, assim sendo, desde então, fareis parte das nossas publicações e como tal, instrumentos fundamentais, que farão parte do espólio mundial da Literatura – Mãe de todas as Artes.

Os passageiros podem assistir e ocupar os lugares disponibilizados ou consultem a nossa lista de eventos.

Devo anunciar que somos a única biblioteca flutuante, cujo propósito é promover a literatura, estimulando e explorando as capacidades psíquicas dos leitores e escritores – a capacidade de ler, compreender, interpretar, criticar, contextualizar e reescrever – géneros literários e em especial – o ficcionismo. A capacidade de dar a conhecer e promover a cultura e as artes de cada povo e em especial novos escritores e novos livros. Juntos, somos a Arte Intelectualizada em movimento, que contribui com o avanço da ciência, da tecnologia e na promoção de valores fundamentais. Obrigado!

A minha tripulação está grata, por os servir.
Disponham sempre!”.

O navio, sob o observar atento da Estrela Polar, suavemente continua irrompendo as águas em direção à Gronelândia, cumprindo a várias escalas programadas.

Chegaram, o fascínio se apodera de todos; fotografias, vídeos, apontamentos e um sem fim de espantos e interrogações.

Após visitarem as geladeiras do Ártico, o “Literacia – Compendiar”, ruma para Sul em direção ao Canadá. As emoções repetem-se e criam-se fortes laços de amizade entre passageiros e a conquista recíproca da simpatia dos tripulantes.

A viagem continua até ao destino programado – Nova Iorque.

Na hora marcada, os Leitores – Resumistas, entregam seus trabalhos ao júri.

No Salão Nobre e 3 horas antes da chegada a Nova Iorque, o Comandante abre a cerimónia, com poucas e simples palavras, dizendo:

– Damas e cavalheiros, uma vez mais, é uma honra, partilhar convosco, esta emocionante viagem e este momento inesquecível, de alegria para todos.

O júri, já decidiu!

Temos o vencedor do “Prémio Compendiar Manuel António Rocha” – versão “Glass Alcatraz”.

Um livro para Nova Iorque – “Glass Alcatraz” e outro para Londres “Delírios”.

No meio de Vós, estava um homem disfarçado de tripulante, esse homem, chamo a esta tribuna – o escritor, Manuel António Rocha.

As ovações são incessantes, o escritor gesticula com beijos e vénias, este retribuía dizendo:

– Muito obrigado a todos!

A euforia acalma e o escritor, junto ao microfone, cita:

– Gratidão eterna a todos Vós!

Votos de luz eterna para lerem, interpretarem, escreverem e sorrirem.

Uma viagem histórica, que fica na história e na história da gente.

Antes de anunciar o vencedor, devo relembrar que o prémio “Compendiar Manuel António Rocha”, será entregue no Salão Nobre da Câmara de Nova Iorque, por sua Excelência o Presidente da Câmara.

Obrigado a todos!
Obrigado aos Leitores-Resumistas!
Obrigado ao júri!
Obrigado aos proprietários deste belo navio!
Obrigado ao extraordinário Almirante John Williams, comandante do “Literacia – Compendiar” e sua tripulação!
Obrigado a Deus, por existirem!

A todos e sem exceção, porque todos nós somos leitores e escritores, incluindo toda a tripulação, é com carinho que lhes entrego, este troféu alusivo, em vossas dignas mãos – todos desejamos um mundo melhor, e mais formação emocional.

Sabemos, que apenas temos um grande vencedor, mas me orgulho em dizer – que também, todos Vós são – vencedores.

Vou abrir, o envelope – e o grande vencedor do “Prémio Compendiar Manuel António Rocha”, versão “Glass Alcatraz” é a digníssima dama Mary Claire, natural de Jackson, Mississípi, Estados Unidos”.

Rompem os aplausos, os abraços, a alegria e as lágrimas.

Na madrugada, os meios de comunicação se aglomeravam junto à Câmara, para testemunharem o inesquecível acontecimento, previsto para as 15 horas – transmissão em direto para muitos países.

Junto e nos redores do edifício da Câmara, poderemos observar grandes ecrãs., também espalhados nas principais cidades do mundo. Se exibia a história até ao momento da inauguração, da viagem e das emoções vividas a bordo.

Gradualmente, no transcurso da manhã, a multidão se aglomerava junto à Câmara.

Personalidades de diversas áreas marcam sua presença e leitores e escritores se cruzam, todos querem testemunhar um acontecimento inédito – a beleza humana e paisagística se combinam.

Em menos de 24 horas “Glass Alcatraz” é procurado por mais de 4 milhões de novos leitores.

O mundo vive um marco épico de uma nova consciência, fundamentada na cultura democrática da liberdade, que visa a paz, a formação e o progresso do homem.

No regresso à capital londrina e no tempo previsto, o júri recolhe e está votando para decidir qual o vencedor do “Prémio Compendiar Manuel António Rocha” versão, “Delírios”.

O vencedor será anunciado em Londres numa cerimónia idêntica à de Nova Iorque.

No semblante de todos havia uma cicatriz de alegria – algo indiscritível.

Aqui e acolá – escrevem, leem, observam, murmuram, aconchegam, riem, abraçam, comentam, interrogam e uma leitora, olha para o céu, abre os olhos e exclama, bem alto:

– A felicidade habita dentro de mim!

Um dia o meu bebé vai dizer ao mundo que foi «feito» no “Literacia-Compendiar”.

 Faltam aproximadamente 18 horas para a chegada a Londres – o almirante John Williams, procura improvisar um pequeno discurso para a chegada, depois de rubricar um montão de postais.

Na serenidade das águas, um navio da Armada Inglesa, se aproxima e tem a honra de acompanhar o “Literacia-Compendiar” rumo a Londres.

… … …

De Nova Iorque a Londres, muitas coisas vão ocorrer. A culpa será do vento ou da herança?

Coisas, tais como:

  • A entrega do “Prémio Compendiar Manuel António Rocha”, versão “Delírios”.
  • Os enigmas.
  • O assassinato.
  • O drama.
  • A perseguição.
  • A imprevisibilidade.
  • A intervenção.
  • Os abraços e a alegria.

Para concluir este ARGUMENTO – GUIÃO, conto com o apoio de todos e especialmente – os amantes da Arte Intelectualizada.

 

Fica expresso, que todos os Argumentos – Guiões serão concluídos em conformidade dos interesses dos Realizadores e aqui divulgados com a primícia – autorização dos mesmos.

 

Ao partilhar a minha página, está a partilhar expressas emoções – grato!

Ver Mais Argumentos e Guiões

 

Sem comentários

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *